O documento recupera um histórico marcado pela criminalização de práticas religiosas, apreensão de objetos sagrados e diferentes formas de violação de direitos, além de chamar atenção para a permanência do racismo religioso no presente, expresso em ataques a espaços sagrados e lideranças, expulsões de territórios e obstáculos ao reconhecimento das casas de culto.
A manifestação da DPU também reforça seu compromisso com a assistência jurídica às comunidades atingidas, a defesa de seus territórios e lideranças e a cobrança por políticas públicas de reparação.
Para nós, reafirmar a matriz negra africana dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana é também reconhecer sua história, seus direitos e a necessidade de respostas efetivas do Estado diante do racismo religioso.
A Nota Pública está disponível na íntegra no link AQUI























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