segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Confira as datas das Pré-Conferências Setoriais de Cultura



O Ministério da Cultura, dentro das etapas da II Conferência Nacional de Cultura, está organizando as Pré-Conferências Setoriais de Cultura que têm caráter mobilizador, reflexivo, propositivo e eletivo e são instâncias de articulação local e regional de agentes culturais de cada uma das áreas artísticas e de patrimônio com assento no Conselho Nacional de Políticas Culturais.
A cidade de Itabuna terá uma representante na pré-conferência setorial de Cultura Afro Brasileira, nossa amiga e irmã Maria Lúcia Góes, Ekede do Ilè Axé Ijexá, delegada pelo Estado da Bahia.
As etapas das pré-conferencias setoriais de cultura obedecem ao seguinte calendário:

Audiovisual
Data: 23 a 25/02
Local: Brasília

Cultura Afro-brasileira
Data: 24 e 25/02
Local: Brasília

Arquivo
Data: 24 a 26/02
Local: Rio de Janeiro

Design
Data: 25 a 27/02
Local: Rio de Janeiro

Museus
Data: 26 a 28/02
Local: Rio de Janeiro

Arte Digital, Arquitetura, Artesanato, Artes Visuais, Circo, Cultura Indígena, Cultura Popular, Dança, Livro/Leitura/Literatura, Música, Moda,Teatro, Patrimônio Material e Imaterial
Data: 07 a 09/03
Local: Brasília


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Data: 10 de fevereiro de 2010

Autor: Conferência Nacional de Cultura

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Para os " Anônimos"

Prezados,
A Associação funciona de segunda a sexta das 14:00 as 18:00,
as oficinas de arte educação acontecem durante este horário.
Estamos completando 23 anos de fundação e as comunidades de
Terreiros da Cidade e da região conhecem nosso trabalho.
Só não tinhamos o recurso para as fotos e os "business",
conseguimos concorrendo a edital público,o nosso plano de
trabalho e a nossa prestação de contas estão
a disposição dos orgãos competentes e da comunidade.
Se vc não é de religião Afro Brasileira não deve realmente nos
conhecer, então guarde seu preconceito e venha contribuir com o
nosso trabalho. Venha nos conhecer...
Não temos partidos nem bandeiras políticas, nossa equipe é composta
por pessoas de várias cores, credos, preferências e opiniões.

Atenciosamente,

Luiz Carlos Menezes Dantas
Coordenador Projeto Cultura Em Ação

Preparativos para os 30 Anos de Santo de Mãe Vanda





No dia 24 de dezembro de 1941, nascia, nesta cidade de Itabuna, a Filha de Oyá, Desdêmona Ferreira Dantas Nascimento, nossa Mãe Vanda, a Yalorixá deste Terreiro. Casada há 47 anos e mãe biológica de seis filhos. Três desses se iniciaram no axé: Luiz Carlos Dantas (Babalaxé), Alana Dantas (Yakekerê) e Paulo Dantas (Ogã), uma neta Tâmara de Oxoguiyàn (Iyawò).

Sua história é repleta de memória viva e ativa. Filha de Oyá com Omolu, Mãe Vanda sempre mostrou determinação naquilo que queria realizar. Foi iniciada no Axé no dia 22 de fevereiro de 1980, pelas mãos de Mãe Nair da Silva Oliveira, Nêngua Kamungunzu.

Fundou o Ilê Axé Oyá Funké no dia 22 de agosto de 1983, dando continuidade às suas obrigações. Anexo ao terreiro, fundou um Orfanato que abrigou mais de 500 crianças. Algumas adotadas no Brasil, outras no exterior. Outros, ainda, seguiram os passos de Mãe Vanda, iniciando-se no santo: Cristiane d’Oxossi (primeira Ekedji da casa, hoje residente em São Paulo), Gabriel Nunes e Adriano Lucas(ambos Ogãs e filhos de Ogum) e Débora Lourença de Yemanjá Ogunté (Ekedji). Hoje seus filhos aumentaram: os filhos do axé. Iniciados que se viram envolvidos pela simplicidade, simpatia e carisma de mãe.

Sua saga continua: torna-se advogada, formando-se em Direito na Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna – FESPI. Em seguida é aprovada em concurso público municipal, assumindo ao cargo de Procuradora Jurídica da Secretaria de Desenvolvimento Social. No ano de 1987 torna-se Sócio - Fundadora da ACAI – Associação de Culto Afro Itabunense, junto a sacerdotes, artistas e baianas de acarajé, onde responde, com afinco, a tudo que diz respeito à abertura de Casas de Candomblés, luta contra a falta de respeito religioso, etc. Mais um passo em sua trajetória: foi eleita Presidente das Baianas de Acarajé de Itabuna, respondendo pelos direitos ao resgate da tradição. Com ímpeto e firmeza, realiza o primeiro casamento religioso com efeito civil em seu Terreiro de Candomblé no interior da Bahia, ato que somente ocorria em determinadas religiões. Tal ato representa um histórico de valorização da nossa cultura afro – brasileira e da valorização do Candomblé enquanto religião constitucionalmente reconhecida enquanto tal.

Foi Coordenadora da cidade de Itabuna e região da FENACAB Federação Nacional do Culto Afro Brasileira por dois andatos.

Com a garra dos ventos e das tempestades, Mãe Vanda é a Presidente da ACAI, no ano de 2008, quando somos reconhecidos como Ponto de Cultura da Bahia, localizado dentro de um espaço de axé: ousadia de quem sempre sonhou e desejou o respeito.

Alçando voos mais altos, adentra no universo das mulheres grapiúna, assumindo a posição de Conselheira do Direito da Mulher, fazendo valer a força que elas têm. É também Conselheira Municipal de Assistência Social, assumindo sua posição de ser humano que pensa no outro e em seus direitos. Sua presença em Cultos ecumênicos tornou-se corriqueira, enfatizando sua luta pelo social, sua garra enquanto mulher e seu desejo de crescer e de possibilitar os outros no mesmo caminhar. Assim, segue a grande história desta mulher, Yalorixá e advogada, que, neste ano de 2010 completará 30 anos de história no caminho do axé. Guerreira e desafiadora tal qual a Mãe que rege o seu Ori – Mãe Yansã – é assim que Mãe Vanda se mostra neste plano terreno, deixando sua mensagem de vida, fé, coragem e memória viva.


Ricardo Dantas

Olufemin

(Iyawò ty Osolufòn)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Cadastro Nacional da Capoeira

Cadastro Nacional da Capoeira

Finalidade dos encontros é formular, de modo participativo, uma ampla e abrangente política pública voltada para salvaguarda da capoeira

Fonte:Jornal iTEIA

O Cadastro Nacional da Capoeira já está sendo implementado através de fichas que podem ser encontradas abaixo, nas Superintendências Estaduais do IPHAN ou nos seguintes sites:

www.iphan.gov.br

www.cultura.gov.br/diversidade

www.palmares.gov.br

O cadastro tem caráter preliminar, com o objetivo de mapear o universo da capoeira, identificando mestres, professores, instrutores, grupos, pesquisadores, instituições de pesquisa e entidades que agregam grupos de capoeira. Esta é uma iniciativa do Grupo de Trabalho Pró-Capoeira-GTPC, formado pelo IPHAN, Secretaria da Identidade e Diversidade Cultura, Secretaria de Políticas Culturais e Fundação Cultural Palmares do Ministério da Cultura.

Atualmente o GTPC está estruturando as bases do Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira (Pró-Capoeira), com o propósito de, em 2010, implementar uma base de dados pública que será construída a partir desse cadastro, além de lançar editais de apoio à capoeira e realizar encontros em todo o Brasil.

A finalidade dos encontros é formular, de modo participativo, uma ampla e abrangente política pública voltada para salvaguarda da capoeira. Sua proposta contribuirá para a definição das linhas de ação e dos critérios de prioridade desta política.

Contato para maiores informações: capoeira@cultura.gov.br .

Comunidades quilombolas ainda não receberam títulos de terras anunciados pelo governo

Comunidades quilombolas ainda não receberam títulos de terras anunciados pelo governo
HOME PAGE AMBIENTE JÁ, 01.02.2010

Em novembro do ano passado, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) anunciou que o presidente Lula assinou "30 decretos de regularização de territórios quilombolas em 14 estados brasileiros". Passados quase três meses do anúncio, essas
comunidades ainda não possuem nenhuma perspectivas de terem suas terras regularizadas. "Teve um grande anúncio por parte do governo, mas o ato que eles realizaram, no mês de novembro, foi a assinatura dos decretos de desapropriação de algumas áreas quilombolas. O
que é uma etapa no processo para titular em nome dos quilombolas, mas ainda estão longe da titulação", afirma a Coordenadora Executiva da Comissão Pró Índio, Lúcia Mendonça Morato. Ela afirma que a etapa é um procedimento importante, mas o fato mais preocupante foi a forma como foi feito o anúncio pelo governo, que fez parecer que já era a entrega dos títulos para as comunidades. "Na verdade, no ano passado o governo entregou só dois título de terras quilombolas", explica Lúcia. Segundo ela, "desde 2003 o governo federal titulou somente oito territórios quilombolas, que é um número bastante acanhado. Nesse mesmo período, o governo do Estado do Pará titulou 26 terras".
Essa diferença de número tem como um dos fatores a legislação do Estado, que é mais ágil para atender as demandas dessa população. "No âmbito federal, o governo fez um decreto em 2003 para, regulamentar os procedimentos, e era um decreto interessante. Mas depois foi
fazendo portarias e colocando novas regras, tornando cada vez mais complicado titular terras", explica. Mas a burocracia, que faz com que uma terra demore no mínimo cinco anos para ser
reconhecida, não é o único problema: "Logo que [o presidente Lula] assumiu, se criou uma grande expectativa. Mas depois começou a haver certa resistência, inclusive na imprensa. No ano de 2007, a gente contou 68 matérias contrárias aos quilombolas, quatro delas no Jornal
Nacional. A gente viu que quando teve essa reação, o governo recuou, começou a tornar o processo mais complicado". Atualmente existem mais de 900 processos de titulação de terras de quilombos no Incra. Em
76% deles, nada foi feito. Em apenas 11% dos casos o processo foi iniciado, com o trabalho de identificar o território e fazer o estudo de identificação. O maior problema é a falta de equipe para realizar os trabalhos, e desde 2004 o Incra não utiliza todo o orçamento disponível para encaminhar os processos. Durante o anúncio no ano passado, o presidente do Incra Rolf Hackbart chegou a declarar que
"quando o Estado reconhece o direito à propriedade das comunidades quilombolas, repara uma dívida social histórica, dando aos quilombolas cidadania e o direito de permanência das comunidades negras em seu território historicamente ocupado". Com a ausência do
reconhecimento dessas comunidades e da negação de seus territórios, essa dívida parece se que se estenderá por mais um tempo.
(Por Aldrey Riechel, Amazonia.org.br, 11/02/2010)

Fonte: Clipping da Sexta CCR do MPF.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Convite

A Comunidade do Terreiro Ilè Ase Oya Funké, do Ponto de Cultura da Associação do Culto Afro Itabunense, convida para a cerimônia de Comemoração aos 30 anos de iniciação de Mãe Vanda e para a aula inaugural do Projeto Cultura Em Ação 2010.
Dia 22 de Fevereiro de 2010
19h00min
Terreiro Ilè Ase Oya Funké
Ponto de Cultura da Associação do Culto Afro Itabunense
Rua Inglaterra, 497. Barracão. Bairro São Judas Tadeu
Itabuna/BA CEP 45605 125

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

ESTUDANTES DO PREAFRO APROVADOS NO VESTIBULAR UESC - 2010

ESTUDANTES DO PREAFRO APROVADOS NO VESTIBULAR UESC - 2010

1 - TATIANA SANTANA DE SOUZA - DIREITO - MAT.

2 - SIMONE SANTOS SILVA - GEOGRAFIA LIC./NOT

3 - SERGIO RICARDO DO NASCIMENTO - CIÊNCIAS CONTÁBEIS/NOT

4 - AMANDA SILVA SANTOS PEDAGOGIA MAT.

5 - JONATHAS RODRIGUES Ed. Física/DIU

6 - VIVIANA SANTOS DE NOVAES PEDAGOGIA /MAT

7 - ALINE DO NASCIMENTO SOUZA CIE. BIOLOGICAS BACH./DIU

 8 - CARLA ALVES DOS SANTOS- ED FÍSICA/DIU

9 - CLEBSON RODRIGUES ALVES - HISTÓRIA/NOT

10 - CRISTIANE QUEIROZ MENDES PEDAGOGIA/NOT

AXÉ        

Egnaldo França

8807 0038

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